Crítica: "Uma Rapariga Inglesa" – Mais um Golpe de Mestre de Daniel Silva
Mais um grande livro de Daniel Silva e mais uma paragem obrigatória na série protagonizada por Gabriel Allon. Apesar de saber que Allon é um personagem de ficção, confesso que já me tornei um fã incondicional das suas missões.
Mas vamos ao que realmente achei deste livro em concreto.
Espionagem de Alta Prata e Ritmo Alucinante
Como os leitores do blog já sabem, para se gostar deste protagonista é obrigatório ser fã de espionagem, política internacional, ação e suspense. E, neste livro em particular, Daniel Silva enche-nos as medidas.
Tudo começa com o rapto ultra-secreto de uma jovem promessa da política britânica (que esconde um segredo bombástico). A partir daí, a história ganha uma velocidade estonteante. Entramos nas entranhas do antigo KGB, mergulhamos nos bastidores dos conflitos políticos ingleses e viajamos de Telavive a São Petersburgo sem darmos por isso. É um thriller incrível que vale mesmo a pena ler, no meu caso, foi daqueles que devorei num piscar de olhos.
O Ponto Menos Positivo (com uma exceção)
Como na minha opinião não há livros perfeitos, também tenho um reparo a fazer. Toda a parte do enredo passada na Córsega com o Don Orsati foi, para mim, o ponto mais fraco. Achei que quebrou um bocado o ritmo da narrativa global. A única grande vantagem desse arco foi podermos rever e acompanhar a dinâmica com o carismático Christopher Keller, mas não me vou alongar mais para não dar spoilers a quem ainda não leu!
Se gostam de conspirações geopolíticas reais e de intrigas ao mais alto nível, Uma Rapariga Inglesa é uma leitura obrigatória. Prepara-te para não conseguir largar o livro!
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